A grama esmeralda cobre três em cada quatro gramados do Brasil. O segredo dela é crescer devagar

Placa de grama sendo desenrolada sobre solo preparado, como no plantio da grama esmeralda

Faça um teste na próxima vez que passar por um condomínio, uma praça reformada ou o jardim de uma casa nova: abaixe e olhe a grama de perto. Folhas finas, firmes, de um verde intenso, formando um tapete denso que quase não deixa ver a terra. As chances de ser a grama esmeralda são enormes. E isso não é impressão: segundo um levantamento publicado em 2020 por pesquisadores da Unesp na revista Ornamental Horticulture, ela responde por algo entre 74% e 81% do mercado brasileiro de gramas cultivadas. Ou seja, três em cada quatro gramados que se plantam no país são dela.

O curioso é que o grande trunfo da grama esmeralda é uma característica que, à primeira vista, parece defeito: ela cresce devagar. Esse ritmo lento explica por que ela é tão querida em jardins residenciais e, ao mesmo tempo, por que um buraco no gramado dela pode levar tanto tempo para fechar. Eu vou destrinchar esse paradoxo ao longo do texto, porque entender isso é o que separa um gramado bonito de um gramado remendado.

Neste guia, eu conto como uma grama de origem asiática virou a cara dos jardins brasileiros, mostro o que a pesquisa já mediu sobre corte, adubação e água, ensino a calcular quantas placas comprar e a plantar do jeito certo e, por fim, falo do maior limite dela: a sombra. Se você está pensando em gramar o quintal, este é o texto para ler antes de chamar o caminhão de grama.

Placa de grama sendo desenrolada sobre solo preparado, como no plantio da grama esmeralda
Placa de grama sendo desenrolada sobre solo preparado: é assim que a maior parte dos gramados de esmeralda chega aos jardins. Foto: Anna Shvets – Pexels.

Como uma grama asiática virou a cara dos jardins brasileiros

A grama esmeralda é uma variedade de Zoysia japonica, uma espécie de origem asiática. E a chegada dela ao Brasil tem nome e data. Segundo o artigo da Ornamental Horticulture, assinado por Roberto Lyra Villas Bôas e colegas, em 1977 Rene Arruda e Minoru Ito trouxeram rizomas da Universidade da Califórnia, em Riverside, e batizaram a grama de Esmeralda. Os autores registram que as primeiras vendas de placas aconteceram alguns anos depois, já no início da década de 1980.

Daí em diante, a história é de crescimento contínuo. No levantamento de 2010 citado pelo artigo, a área plantada de esmeralda era de 12.421 hectares, o equivalente a 74% de toda a área de produção de gramas do país. Além disso, a área total de produção cresceu 43% entre 2010 e 2015, e a projeção da associação do setor era chegar a cerca de 25 mil hectares em 2020. Para ter uma ideia de escala, são milhares de campos de futebol dedicados só a produzir tapetes de grama.

O mesmo estudo mostra ainda onde essa produção está. Em 2018, o Sudeste concentrava 45% da produção, o Sul 24%, o Centro-Oeste 16% e o Norte e o Nordeste juntos 15%. Ou seja, embora a grama seja mais tradicional no eixo Sul-Sudeste, ela já está espalhada pelo país inteiro, inclusive aqui no Nordeste, onde o calor e a salinidade perto do mar testam qualquer planta.

O segredo da grama esmeralda: crescer devagar

Agora, o paradoxo prometido. O artigo de Villas Bôas e colegas resume as qualidades da esmeralda em poucas palavras: boa resistência ao pisoteio, crescimento lento e tolerância à meia-sombra, à salinidade e à seca. Repare como o crescimento lento aparece como qualidade. E faz sentido. Uma grama que cresce devagar precisa de menos cortes, produz menos aparas para recolher e mantém o desenho do jardim por mais tempo. Para quem cuida do próprio quintal, isso significa fins de semana mais livres.

O outro lado da moeda é que a mesma lentidão vale para a recuperação. Se um cachorro cava um buraco, se uma festa deixa uma marca de pneu ou se uma área seca por falta de rega, a grama esmeralda demora para fechar a falha. Ela vai avançando pelas bordas, com seus estolões e rizomas, mas sem pressa. É por isso que, com essa grama, prevenir é muito mais barato do que remendar, e é por isso que a parte de plantio deste texto é tão detalhada.

Gramado com pisantes de pedra em um jardim residencial
Gramado com pisantes de pedra: em áreas de passagem diária, os pisantes protegem a grama e evitam trilhas de terra. Foto: Jonathan Borba – Pexels.

Esmeralda ou outra grama? Cada uma tem seu lugar

Antes de decidir, vale saber que a esmeralda não é a resposta para tudo. O próprio artigo da Ornamental Horticulture mostra como o mercado divide as gramas por uso. Então, olhe para a sua situação e veja onde você se encaixa:

GramaUso mais comum segundo o estudoPonto de atenção
Esmeralda e Imperial (Zoysia japonica)Jardins ornamentais, áreas de lazer, esportes e uso funcionalTolera meia-sombra, mas não sombra densa
Zeon (Zoysia matrella)Gramados ornamentais mais densosTolera melhor a sombra que a esmeralda
BermudasCampos de futebol e golfeExige manejo intensivo
Batatais e outras nativasRodovias, aeroportos e áreas funcionaisAcabamento menos fino

Antes de comprar: a conta das placas

O primeiro passo é medir. Multiplique o comprimento pela largura de cada área a ser gramada e some tudo. Em seguida, eu recomendo acrescentar algo entre 5% e 10% de margem, porque sempre há recortes em curvas, cantos e bordas de canteiro. Essa margem é uma sugestão minha, nascida de muita placa que faltou no fim do serviço, e não um número de pesquisa. Mesmo assim, é bem mais barato sobrar um pouco do que ter que encomendar meia dúzia de placas depois.

Na hora do orçamento, pergunte o tamanho da placa. A maioria dos fornecedores vende por metro quadrado, mas o formato muda. O artigo da Unesp descreve, por exemplo, colheitadeiras que cortam placas de 1,25 por 0,40 metro, ou seja, meio metro quadrado cada, e máquinas laterais que produzem placas de 0,625 por 0,40 metro. Há também os rolos, que podem ter dezenas de metros de comprimento. Saber isso ajuda a conferir a entrega e a comparar preços de forma justa.

Existe ainda uma alternativa mais econômica, embora mais lenta. Segundo o mesmo artigo, um estudo de Raats e colegas sugere plantar pedaços de 0,40 por 0,25 metro, espaçados 10 centímetros entre si, o que reduziu o custo inicial em 36,5%. A contrapartida, claro, é esperar a grama fechar os espaços. E, como vimos, a esmeralda não tem pressa. Por isso, essa técnica faz mais sentido em áreas grandes, onde a economia pesa, do que num quintal pequeno onde você quer o tapete pronto logo.

Como plantar grama esmeralda em placas, passo a passo

Plantar grama parece simples: chega o caminhão, você espalha as placas e pronto. Na prática, porém, quase todos os problemas que eu vejo em gramados novos, como falhas, desníveis e áreas amareladas, nascem de um preparo apressado. O roteiro abaixo é prático e reúne os cuidados que mais fazem diferença no resultado:

  1. Limpe a área: retire entulho, pedras, raízes e, principalmente, as ervas daninhas com raiz, que voltam por baixo das placas.
  2. Solte e nivele o solo: afofe a camada superficial, desmanche torrões e deixe o terreno com um leve caimento para a água da chuva escoar.
  3. Corrija o solo se precisar: se possível, faça uma análise de solo antes, para saber se há necessidade de calcário ou adubo de base.
  4. Assente as placas desencontradas: como tijolos numa parede, encostando bem as bordas, sem sobrepor e sem deixar frestas.
  5. Compacte de leve: passe um rolo ou pise sobre uma tábua para colar as raízes da placa no solo.
  6. Preencha as juntas: espalhe terra ou areia fina nas frestas que sobrarem.
  7. Regue bastante: nas primeiras semanas, mantenha o solo úmido até as raízes se firmarem, e evite pisar no gramado.

Um teste simples ajuda a saber quando o gramado pegou: depois de algumas semanas, puxe levemente a ponta de uma placa. Se ela resistir, as raízes já entraram no solo, e você pode começar a reduzir a rega e a liberar a passagem aos poucos. Se ela levantar fácil, ainda é cedo. A paciência nessa fase é o melhor investimento que você pode fazer no gramado, porque uma placa que seca antes de enraizar dificilmente se recupera.

Qual a altura certa de corte da grama esmeralda

O artigo de Villas Bôas e colegas indica para a esmeralda alturas de corte entre 13 e 64 milímetros, ou seja, de pouco mais de um centímetro a pouco mais de seis. É uma faixa larga, e a escolha depende do uso e do efeito que você quer. Num experimento publicado em 2010 na revista Bragantia, por exemplo, os pesquisadores mantiveram a grama esmeralda com cerca de 2,5 centímetros de altura. Para um jardim residencial, eu considero essa altura um bom ponto de partida.

Além da altura, há uma regra prática muito usada por quem cuida de gramados: nunca cortar mais de um terço da folha de uma vez. Se a grama está com 6 centímetros e você quer chegar a 2,5, faça isso em dois ou três cortes espaçados, e não num corte só. Cortes drásticos expõem a parte amarelada da base das folhas e enfraquecem a planta. E mantenha a lâmina afiada: lâmina cega rasga a folha em vez de cortar, e as pontas ficam esbranquiçadas.

Cortador de grama em um gramado, manutenção que a grama esmeralda pede com menos frequência
Cortador em ação: na grama esmeralda, cortes mais leves e frequentes preservam a cor e a densidade do gramado. Foto: Rodolfo Gaion – Pexels.

Adubação: o equilíbrio entre verde e trabalho

Aqui a pesquisa brasileira traz uma lição que vale ouro. No mesmo estudo da Bragantia, assinado por Backes e colegas, os pesquisadores testaram doses crescentes de adubação orgânica em grama esmeralda numa fazenda de Itapetininga, em São Paulo. Sem adubo, o tapete simplesmente não fechou. Por outro lado, com mais adubo, a grama cresceu tanto que precisou de mais cortes: a área sem adubo foi cortada uma vez, a de dose baixa duas vezes e as de doses mais altas quatro vezes.

Ou seja, adubo é o que dá densidade e cor, mas também é o que acelera o crescimento e, portanto, o trabalho com o cortador. O ponto ideal está no meio. Um estudo de 2019, publicado na Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental por Gazola e colegas, encontrou qualidade visual adequada na grama esmeralda com 15 gramas de nitrogênio por metro quadrado por ano, divididos em cinco aplicações. No mesmo trabalho, a adubação foliar com ureia não trouxe benefício.

Para quem quer uma referência caseira, eu fiz uma conta. Como a ureia tem cerca de 45% de nitrogênio, 15 gramas de nitrogênio correspondem a aproximadamente 33 gramas de ureia por metro quadrado ao longo do ano, ou algo perto de 7 gramas por metro quadrado em cada uma das cinco aplicações. Essa conversão é minha e serve só para dar escala. O ideal continua sendo seguir a análise de solo e a dose do rótulo do adubo que você comprar, porque adubo em excesso queima a grama e polui a água.

Água: menos vezes, mais fundo

A grama esmeralda tolera a seca, como vimos, mas tolerar não é o mesmo que gostar. No experimento de Gazola e colegas, a irrigação foi calculada a partir da evapotranspiração, com um coeficiente de 0,94. Em linguagem de quintal, isso quer dizer que, num dia quente, o gramado perde para o ar quase a mesma quantidade de água que uma grama de referência bem irrigada. Além disso, depois de cada adubação, os pesquisadores aplicaram uma lâmina de cerca de 14 milímetros de água, o que ajuda o adubo a chegar às raízes em vez de ficar sobre as folhas.

Na prática, a estratégia que eu recomendo é regar menos vezes e com mais água, de preferência no começo da manhã. Regas curtas e diárias molham só a superfície e acostumam as raízes a ficarem rasas, o que deixa a grama mais frágil nos períodos secos. Já uma rega mais longa, feita quando o gramado pede, estimula raízes mais profundas. E como saber quando ele pede? Repare nas folhas: quando a grama perde o brilho, fica com um tom acinzentado e as pegadas demoram a sumir depois que você pisa, é sede.

Aspersor regando um gramado verde
Aspersor regando o gramado: regas mais longas e menos frequentes estimulam raízes profundas. Foto: Jonathan Córdova R. – Pexels.

Sombra: o limite da grama esmeralda

Se existe um ponto em que a esmeralda decepciona, é aqui. Ela tolera meia-sombra, segundo o artigo da Ornamental Horticulture, mas meia-sombra é uma coisa e sombra densa é outra. Debaixo de uma árvore de copa fechada, ou num corredor lateral que recebe sol só por uma hora, a grama vai ficando rala, as folhas se esticam e a terra começa a aparecer. Nenhum adubo resolve falta de luz.

Nesses casos, existem dois caminhos. O primeiro é trocar de grama: o mesmo artigo aponta que a Zoysia matrella, vendida como Zeon, tem melhor tolerância à sombra que a esmeralda. O segundo é aceitar que aquele canto não é lugar de gramado e usar forrações de sombra, pisantes, cascas ou canteiros. Para avaliar a luz real do seu espaço antes de decidir, o guia sobre como escolher plantas pela luz traz um método simples. E, se a sombra vem de árvores que você ainda vai plantar, vale ler o texto sobre árvores para paisagismo para prever como a copa vai crescer.

Gramado sob a sombra de árvores grandes em uma área rural de Campinas
Gramado sob árvores grandes: sob copa densa, qualquer grama perde vigor, e a escolha da espécie faz diferença. Foto: Maurício Mascaro – Pexels.

Um calendário simples de cuidados com a grama esmeralda

Uma das coisas que mais simplificam a vida de quem tem gramado é parar de pensar em cuidados avulsos e passar a pensar em estações. A grama esmeralda, como as demais gramas de clima quente, cresce com vigor no calor e na chuva e desacelera bastante no frio e na seca. Portanto, o mesmo cortador que trabalha toda semana no verão pode ficar guardado por várias semanas no inverno, especialmente no Sul e no Sudeste.

Com isso em mente, eu organizei os cuidados ao longo do ano. Não é uma regra rígida, porque o clima do Brasil muda muito de uma região para outra, mas serve como ponto de partida para você ajustar ao seu quintal:

  • Início das chuvas e primavera: a melhor época para plantar placas novas, refazer falhas e começar o ciclo de adubação, já que a grama retoma o crescimento e o clima ajuda na rega.
  • Verão: fase de maior crescimento. Corte com mais frequência, sem tirar mais de um terço da folha, e vigie a rega nos veranicos.
  • Outono: o crescimento diminui. É um bom momento para a última adubação do ciclo e para corrigir o nível do terreno com uma camada fina de terra ou areia.
  • Inverno e período seco: corte só quando necessário, mantenha a grama um pouco mais alta e regue com profundidade nos períodos sem chuva.

Repare que essa lógica conversa com o estudo de Gazola e colegas, que dividiu a adubação anual em cinco aplicações em vez de jogar tudo de uma vez. Distribuir o adubo ao longo da estação de crescimento evita picos de crescimento seguidos de fome, e o resultado é um gramado de cor mais estável. Em outras palavras, a grama esmeralda recompensa constância, não intensidade.

Problemas comuns e como resolver

Falhas e buracos

Por causa do crescimento lento, falhas grandes raramente fecham sozinhas em pouco tempo. A solução mais rápida é recortar a área danificada em formato regular e encaixar um pedaço de placa nova, compactando bem e regando como num plantio. Para falhas pequenas, dá para usar mudas retiradas das bordas do próprio gramado, numa espécie de transplante. Enquanto isso, descubra a causa: falha que volta sempre no mesmo lugar costuma ser sombra, pisoteio concentrado, encharcamento ou um cachorro com rotina fixa.

Ervas daninhas

O melhor herbicida de um gramado é o próprio gramado denso. Quando a grama está bem nutrida, bem cortada e sem falhas, sobra pouca luz e pouco espaço para as invasoras germinarem. Por isso, as ervas costumam aparecer justamente onde a grama está fraca. Arrancar à mão, com a raiz, logo que elas surgem é o método mais seguro para jardins residenciais, sobretudo se há crianças e animais circulando.

Gramado amarelado

Amarelado logo depois do corte geralmente é corte baixo demais ou lâmina cega. Amarelado espalhado e progressivo pode ser falta de nutrientes, especialmente nitrogênio. Já manchas secas em formato irregular, nos dias quentes, costumam indicar falta de água naquela área, muitas vezes porque o aspersor não alcança o canto. Antes de comprar qualquer produto, repasse esses três pontos: altura de corte, adubação e cobertura da irrigação.

Perguntas rápidas sobre grama esmeralda

Grama esmeralda aguenta cachorro?

Ela tem boa resistência ao pisoteio, segundo o estudo da Unesp, então aguenta bem a circulação normal de um cachorro. O problema costuma ser o xixi concentrado sempre no mesmo ponto e as trilhas que o cachorro faz ao longo do muro. Para as trilhas, pisantes ajudam. Para o xixi, regar o local com água logo depois dilui o efeito.

Pode plantar grama esmeralda na praia?

Pode. O artigo da Ornamental Horticulture destaca a tolerância da esmeralda à salinidade, o que a torna uma opção comum em casas de litoral. Ainda assim, áreas muito expostas ao vento salgado e à areia exigem mais rega e mais atenção à adubação. E, se o seu jardim é de praia, as palmeiras para jardim combinam muito bem com o gramado.


Três números da pesquisa que mudam o seu gramado

Em vez de terminar com uma lista de fontes, eu prefiro mostrar os três números que mais me ajudaram a entender a grama esmeralda e o que cada um significa no seu quintal. Todos vêm de pesquisas brasileiras feitas por grupos da Unesp, e eu deixei os links para quem quiser ler os originais. Onde o texto traz uma conta ou uma sugestão minha, como a margem de compra ou a conversão para ureia, eu deixei isso claro.

  1. 74%: a fatia da área de produção de gramas ocupada pela esmeralda no levantamento de 2010. Significa que é fácil encontrar fornecedor e reposição. Fonte: Villas Bôas e colegas, Sod production in Brazil, Ornamental Horticulture, 2020.
  2. Uma contra quatro: o número de cortes da área sem adubo contra as áreas mais adubadas. Significa que adubo demais vira trabalho demais. Fonte: Backes e colegas, Produção, acúmulo e exportação de nutrientes em grama esmeralda adubada com lodo de esgoto, Bragantia, 2010.
  3. 15 gramas por metro quadrado: a dose anual de nitrogênio, em cinco aplicações, que deu qualidade visual adequada. Significa que dá para ter gramado bonito sem exagero. Fonte: Gazola e colegas, Nitrogen fertilization and glyphosate doses as growth regulators in Esmeralda grass, Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, 2019.

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